CBN Curitiba - A rádio que toca notícia Informativo da Rádio CBN Curitiba Thu, 20 Jun 2013 07:57:31 -0300 Zend_Feed_Writer 1.11.12 (http://framework.zend.com) http://www.cbncuritiba.com.br Internet mostra que não é só para bobagens Thu, 20 Jun 2013 07:57:31 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11572 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11572 15 mil adolescentes já usaram crack Thu, 20 Jun 2013 07:57:31 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11571 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11571 Vereador Chicarelli sugere isenção da passagem para portadores de diversas doenças Para adquirir o benefício, segundo Chica...]]> Thu, 20 Jun 2013 07:57:31 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11570 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11570 Para adquirir o benefício, segundo Chicarelli, as pessoas precisam comprovar trimestralmente a doença com declaração da Secretaria Municipal de Saúde.

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Manifestantes organizam 4º protesto em Curitiba O ato, como os anteriores, está sendo or...]]> Thu, 20 Jun 2013 07:57:31 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11569 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11569 O ato, como os anteriores, está sendo organizado pela internet. Vai ser a quarta manifestação em Curitiba. O protesto está marcado para a noite de amanhã, quinta-feira, e mais uma vez deve ocorrer de forma simultânea aos outros atos pelo Brasil.

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O que os manifestantes estão querendo dizer Thu, 20 Jun 2013 07:57:31 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11568 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11568 Tecnologia Descomplicada: Organize suas ideias com o aplicativo MindMeister Organizar ideias e pensamentos nunca...]]> Thu, 20 Jun 2013 07:57:31 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11567 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11567 Organizar ideias e pensamentos nunca é uma tarefa fácil. Tem aqueles que preferem encher uma folha de papel com as suas impressões, já outros, preferem sistemas um pouco mais estruturados, como os mapas mentais. Os mapas mentais são diagramas de gestão de informações que possibilitam a organização dessas informações de forma estruturada. Muitos usam para os estudos, criação de palestras e até para organizar um brainstorm, a tempestade de ideias. E na dica do dia do Tecnologia Descomplicada conheça o MindMeister, um aplicativo para você organizar suas ideias no seu smartphone ou tablet, em qualquer lugar que estiver.

 

O nome do aplicativo é MindMeister. Com ele você pode criar mapas mentais diretamente no seu smartphone ou tablet, com apenas alguns toques na tela. Além disso, você pode personalizar seus mapas mentais com imagens e cores diferentes, além de poder exportá-los para imagem ou PDF para envio de e-mail.

 

O MindMeister está disponível gratuitamente para smartphones e tablets Android, pela Google Play, e para iPhone e iPad, pela App Store.

 

Para quem quiser criar mapas mentais no computador, um ótimo aplicativo é o XMind, que também pode ser baixado gratuitamente. Clique aqui para baixá-lo.

 

Não deixe de participar do quadro enviando a sua dúvida ou sugestão para o e-mail danilobrizola@cbncuritiba.com.br ou pelo Twitter no @DaniloBrizola.

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A força da internet Thu, 20 Jun 2013 07:57:31 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11566 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11566 As novas tecnologias mudaram o mundo em dois aspectos: o acesso à informação e a comunicação fácil com gente de todo o planeta.
As redes sociais deram organização a essa avidez por saber, por se relacionar e por emitir opinião.
Gradativamente, formaram-se consensos em torno de quesitos cruciais para o desenvolvimento moral e material das sociedades, como: a honestidade dos homens públicos, a necessidade de o governo não gastar mais do que arrecada e de aplicar bem o suado dinheiro dos impostos, a prioridade de cuidar de gente como gente, com educação, saúde e segurança condizentes e, acima de tudo, de não tratar o povo como idiota.
Mesmo assim, governos continuam a administrar gente do século atual com métodos do século passado.
Pois é, a tal da opinião pública não está mais representada no Governo, nem no Congresso, nem na mídia, mas na Internet, nas redes sociais e é daí que está surgindo a nação que queremos.
O que constitui uma nação não é falar a mesma língua, pertencer ao mesmo grupo étnico ou morar no mesmo espaço geográfico. O que faz uma nação é ter realizado grandes coisas no passado e querer seguir realizando-as no futuro. 
As novas tecnologias mudaram o mundo em dois aspectos: o acesso à informação e a comunicação fácil com gente de todo o planeta.

As redes sociais deram organização a essa avidez por saber, por se relacionar e por emitir opinião.

Gradativamente, formaram-se consensos em torno de quesitos cruciais para o desenvolvimento moral e material das sociedades, como: a honestidade dos homens públicos, a necessidade de o governo não gastar mais do que arrecada e de aplicar bem o suado dinheiro dos impostos, a prioridade de cuidar de gente como gente, com educação, saúde e segurança condizentes e, acima de tudo, de não tratar o povo como idiota.

Mesmo assim, governos continuam a administrar gente do século atual com métodos do século passado.

Pois é, a tal da opinião pública não está mais representada no Governo, nem no Congresso, nem na mídia, mas na Internet, nas redes sociais e é daí que está surgindo a nação que queremos.

O que constitui uma nação não é falar a mesma língua, pertencer ao mesmo grupo étnico ou morar no mesmo espaço geográfico. O que faz uma nação é ter realizado grandes coisas no passado e querer seguir realizando-as no futuro. 

Por Renato Follador
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1958: O maior acidente aéreo do Paraná Thu, 20 Jun 2013 07:57:31 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11565 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11565 Há 50 anos
Dante Mendonça
No dia 16 de junho de 1958, o primeiro grande acidente aéreo do Paraná vitimou o então senador e ministro da Justiça Nereu de Oliveira Ramos, o governador de Santa Catarina, Jorge Lacerda, e o deputado federal Leoberto Leal. Curitiba parou perplexa e Santa Catarina até hoje lamenta o acidente que transfigurou sua história.
No dia seguinte, o jornal O Estado do Paraná publicou: “Curitiba, na tarde de ontem, viveu a dolorosa sensação de uma tremenda catástrofe aérea, pois, pela primeira vez, um grande avião de passageiros aqui encontrou o seu trágico fim”.
“O avião e seu drama”, contava este jornal: “Procedente de Porto Alegre, com escala em Florianópolis, o avião prefixo PP-CEP, Convair 840, da Cruzeiro do Sul, cruzava os céus de Curitiba após as 17 horas, à espera do “pode” da torre de controle do aeroporto Afonso Pena, pois o tempo se apresentava muito nublado, acompanhado de forte temporal, com teto, pois, praticamente nulo”.
O avião da Cruzeiro, pilotado pelo comandante Licínio Correia Dias, caiu num local chamado Capão do Cerrado, próximo à Colônia Muricy, em São José dos Pinhais, a 30 quilômetros de Curitiba.
Quase noite, às 17h55, o comandante Licínio pediu o pouso de emergência. Não foi autorizado. Noite escura, eram 18h55 quando o Convair 840 foi ao chão. O ex-presidente da República (que assumiu depois da morte de Getúlio Vargas) Nereu Ramos teria outra sorte, caso a torre de controle não tivesse dado preferência à decolagem de outra aeronave, forçando o PP-CEP a rondar os céus de Curitiba, sem autorização de pouso. Com destino ao Rio de Janeiro, então Capital da República, 18 passageiros embarcaram em Porto Alegre, e quatro em Florianópolis. Oito salvaram-se. Quatorze morreram, junto com cinco tripulantes. Entre eles o padre Osvaldo Gomes, um dos fundadores do Colégio Nossa Senhora Medianeira.
Entre mortos e feridos, um dos passageiros foi seqüestrado. A razão do seqüestro foi estampada nas primeiras páginas dos jornais O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná: “Em nossa redação um dos sobreviventes!”.
O seqüestrador foi o repórter Osmar (Chiquinho) Zimmermann. Oriundo de uma família de gráficos, Chiquinho começou na Editora O Estado do Paraná como linotipista, passou a diagramador e depois repórter. Posteriormente chegou a ser o vereador mais votado de Cascavel, onde faleceu. Naquela noite, assim que a notícia da queda do avião chegou à redação, o repórter correu para São José dos Pinhais e foi o único a ouvir o sobrevivente Orestes José de Souza, natural de Curitibanos (SC): “Poucos minutos antes do acidente, o deputado Leoberto Leal passou por mim e disse que estranhava a demora.
Em seguida, foi sentar-se junto ao senador Nereu Ramos, que viajava na frente, próximo ao governador Lacerda. Tinha muita cerração, nenhuma visibilidade. Senti um choque. Deu a impressão que o avião se encolhia. Ouvi muito gritos de desespero, pedidos de socorro, na escuridão alguém dizia para não acender fósforos para não provocar explosão. Cinco saíram antes de mim, fui o último a sair dos destroços”.
Orestes José de Souza perdeu o relógio e andou um quilômetro e meio, sob chuva 
e ventania, até encontrar uma casa onde foi chamado um táxi. Junto veio o repórter Chiquinho Zimmermann, que o seqüestrou.
Para esconder o sobrevivente da concorrência, que no dia seguinte o daria como morto, Chiquinho levou Orestes direto para a redação do jornal.
Depois de garantido o furo de reportagem, a vítima foi hospedada no Hotel Ferroviário, na Avenida Barão do Rio Branco, próximo ao jornal.
“Amanhecendo coberta de luto, a população curitibana acorreu em massa ao Palácio Iguaçu”, para velar os ilustres catarinenses. De Paranaguá, onde nasceu o governador de Santa Catarina, veio uma coroas de flores:
“A Jorge Lacerda, a gratidão e a saudade de Paranaguá”. Nos jornais, junto às fotos da tragédia, os cines Ópera e Arlequim anunciavam a estréia do maior filme do mundo, com quatro horas de projeção, inteiramente em technicolor: “E o vento levou…”
Há 50 anos
Dante Mendonça

No dia 16 de junho de 1958, o primeiro grande acidente aéreo do Paraná vitimou o então senador e ministro da Justiça Nereu de Oliveira Ramos, o governador de Santa Catarina, Jorge Lacerda, e o deputado federal Leoberto Leal. Curitiba parou perplexa e Santa Catarina até hoje lamenta o acidente que transfigurou sua história.

No dia seguinte, o jornal O Estado do Paraná publicou: “Curitiba, na tarde de ontem, viveu a dolorosa sensação de uma tremenda catástrofe aérea, pois, pela primeira vez, um grande avião de passageiros aqui encontrou o seu trágico fim”.

O avião e seu drama”, contava este jornal: “Procedente de Porto Alegre, com escala em Florianópolis, o avião prefixo PP-CEP, Convair 840, da Cruzeiro do Sul, cruzava os céus de Curitiba após as 17 horas, à espera do “pode” da torre de controle do aeroporto Afonso Pena, pois o tempo se apresentava muito nublado, acompanhado de forte temporal, com teto, pois, praticamente nulo”.

O avião da Cruzeiro, pilotado pelo comandante Licínio Correia Dias, caiu num local chamado Capão do Cerrado, próximo à Colônia Muricy, em São José dos Pinhais, a 30 quilômetros de Curitiba.

Quase noite, às 17h55, o comandante Licínio pediu o pouso de emergência. Não foi autorizado. Noite escura, eram 18h55 quando o Convair 840 foi ao chão. O ex-presidente da República (que assumiu depois da morte de Getúlio Vargas) Nereu Ramos teria outra sorte, caso a torre de controle não tivesse dado preferência à decolagem de outra aeronave, forçando o PP-CEP a rondar os céus de Curitiba, sem autorização de pouso. Com destino ao Rio de Janeiro, então Capital da República, 18 passageiros embarcaram em Porto Alegre, e quatro em Florianópolis. Oito salvaram-se. Quatorze morreram, junto com cinco tripulantes. Entre eles o padre Osvaldo Gomes, um dos fundadores do Colégio Nossa Senhora Medianeira.

Entre mortos e feridos, um dos passageiros foi seqüestrado. A razão do seqüestro foi estampada nas primeiras páginas dos jornais O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná: “Em nossa redação um dos sobreviventes!”.

O seqüestrador foi o repórter Osmar (Chiquinho) Zimmermann. Oriundo de uma família de gráficos, Chiquinho começou na Editora O Estado do Paraná como linotipista, passou a diagramador e depois repórter. Posteriormente chegou a ser o vereador mais votado de Cascavel, onde faleceu. Naquela noite, assim que a notícia da queda do avião chegou à redação, o repórter correu para São José dos Pinhais e foi o único a ouvir o sobrevivente Orestes José de Souza, natural de Curitibanos (SC): “Poucos minutos antes do acidente, o deputado Leoberto Leal passou por mim e disse que estranhava a demora.
Em seguida, foi sentar-se junto ao senador Nereu Ramos, que viajava na frente, próximo ao governador Lacerda. Tinha muita cerração, nenhuma visibilidade. Senti um choque. Deu a impressão que o avião se encolhia. Ouvi muito gritos de desespero, pedidos de socorro, na escuridão alguém dizia para não acender fósforos para não provocar explosão. Cinco saíram antes de mim, fui o último a sair dos destroços”.

Orestes José de Souza perdeu o relógio e andou um quilômetro e meio, sob chuva e ventania, até encontrar uma casa onde foi chamado um táxi. Junto veio o repórter Chiquinho Zimmermann, que o seqüestrou.
Para esconder o sobrevivente da concorrência, que no dia seguinte o daria como morto, Chiquinho levou Orestes direto para a redação do jornal.

Depois de garantido o furo de reportagem, a vítima foi hospedada no Hotel Ferroviário, na Avenida Barão do Rio Branco, próximo ao jornal.
“
Amanhecendo coberta de luto, a população curitibana acorreu em massa ao Palácio Iguaçu”, para velar os ilustres catarinenses. De Paranaguá, onde nasceu o governador de Santa Catarina, veio uma coroas de flores: A Jorge Lacerda, a gratidão e a saudade de Paranaguá”. Nos jornais, junto às fotos da tragédia, os cines Ópera e Arlequim anunciavam a estréia do maior filme do mundo, com quatro horas de projeção, inteiramente em technicolor: “E o vento levou…”
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Deputados classificam protestos como tapas de luva na cara dos políticos Thu, 20 Jun 2013 07:57:31 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11564 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11564 “O protesto tem pouca chance de produzir mudança”, diz especialista A manifestação que reuniu 10 mil ...]]> Thu, 20 Jun 2013 07:57:31 -0300 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11563 http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/11563 A manifestação que reuniu 10 mil pessoas em Curitiba tem pouca capacidade de gerar mudança. A opinião é de uma especialista em mobilização política que aponta o protesto como eficiente para chamar atenção, mas não criar diálogo.

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